Hospital em SC zera internações por COVID-19

Edit página inicial portfólio textos2 projetos currículo página inicial portfólio textos projetos currículo Hospital em SC zera internações por Covid-19 na UTI pela primeira vez em 10 meses Hospital Regional do Alto Vale, em Rio do Sul, acompanha a queda nos indicadores da pandemia em SC publicado em nsc total, out.2021 O Hospital Regional do Alto Vale, em Rio do Sul, zerou as internações por Covid-19 na UTI. A notícia positiva foi confirmada neste sábado (9), após uma paciente ter alta da terapia intensiva e ir para a enfermaria. É a primeira vez que os leitos estão desocupados em 10 meses. Por conta desse cenário, a unidade de saúde reduziu o número de UTIs de 15 para 10.  O diretor-técnico do hospital, Marcelo Vier Gambetta, revelou que apesar da desativação dos cinco leitos, eles ainda irão estar disponíveis, caso haja necessidade. — Agora zeramos o número de internados, com a alta de uma mulher, mas toda a equipe continua mobilizada caso seja necessária para atender os 10 leitos. Queda nos número de SC A desocupação dos leitos em Rio do Sul sugere que a cidade está acompanhando a queda nos números da pandemia em SC.  Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES), de março até setembro houve uma redução de 86,24% no número de óbitos em decorrência do coronavírus. A redução também está relacionada à taxa de ocupação de leitos de UTI que era de 98,8% em março e agora chega a 61,9%. O arrefecimento da pandemia ocorre em paralelo ao avanço da vacinação no Estado. Conforme os dados do Monitor da Vacinação, compilado pela NSC Comunicação, SC atingiu 5,27 milhões de moradores vacinados com a primeira dose, o que representa 93,7% da população adulta. Com a segunda dose, ou dose única, são 3,27 milhões de pessoas, 58,2% dos adultos. Nas últimas 24 horas, Santa Catarina registrou um aumento de 66 casos ativos, com 1.140 novos casos confirmados e 13 mortes. No total, o Estado está com 7.754 casos ativos, 1.199.572 testes positivos e 19.387 mortes. Além disso, a taxa de letalidade por Covid-19 em SC é uma das menores do país, em 1,6%.

the voice kids

Edit página inicial portfólio textos projetos currículo página inicial portfólio textos projetos currículo Catarinenses dão show no The Voice Kids e Gustavo Bardim se classifica para a semifinal Gustavo Bardim de 11 anos está classificado para a semifinal do The Voice Kids publicado em nsc total, set.2021 Neste domingo (12), os competidores catarinenses do The Voice Kids, Gustavo Bardim e Lua Brunetti, disputaram as quartas de final no programa. Gustavo Bardim teve 47,88% de votos do público e passou direto para a próxima fase. Já Lua Brunetti não conseguiu uma vaga, porém fez uma apresentação elogiada por todos. A semifinal, que será exibida no próximo fim de semana, terá nove competidores. Na nova dinâmica do programa, primeiro o público votou para escolher suas vozes favoritas, uma de cada time. Nesta etapa os técnicos também escolheram uma voz. Gustavo Bardim mostrou todo seu talento e popularidade ao ter a maior porcentagem de votos do público do dia. Lua Brunetti não foi selecionada por nenhuma das votações e voltou ao palco para uma segunda rodada em que os técnicos escolheriam mais três integrantes para a semifinal. A técnica Gaby Amarantos optou pela competidora Izadora Rodrigues, tirando Lua da competição. O histórico dos dois catarinenses na competição No início da temporada, a competidora de Florianópolis, Lua Brunetti foi escolhida por Gaby Amarantos após interpretar a música “Esse Tal de Rock Enrow”, de Rita Lee. Gustavo Bardim, de Guaramirim, cantou a música “Vida Vazia”, Bruno & Marrone, nas audições e entrou para o Time Teló. Depois, a catarinense enfrentou Clara Dantas e Luci Hofs em uma batalha em que as três cantaram “Levitating”, de Dua Lipa. Já Gustavo ultrapassou a fase de batalhas após interpretar “Você vai ver”, de Zezé Di Camargo & Luciano, contra Bryan Teles e Thiago Mendes. Na fase tira-teima, antes das quartas de final, o catarinense interpretou “Shallow”, de Lady Gaga e Lua “Superstition”, de Stevie Wonder.

Arquitetura Paraguaia

Edit página inicial portfólio textos2 projetos currículo página inicial portfólio textos projetos currículo Arquitetura paraguaia Livro “Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai” mostra alternativas que podem solucionar problemas urbanos do Brasil com foco na responsabilidade social e uso de materiais sustentáveis Expulsos do lar, sem dinheiro e vivendo às margens de seu país, uma mãe e três crianças não têm onde morar. Sensibilizado pela situação da família, o arquiteto José Cubilla oferece ajuda, mas, sem recursos, tem que pensar em um material barato que, além de servir para construir uma boa casa, também deve proporcionar qualidade de vida. Nesse momento, José entende que o mesmo chão que suja seus sapatos pode ser matéria prima de suas construções. A terra, agora, compõe as paredes de um novo lar que se tornou um exemplo de arquitetura descolonizada. Essa história, contada pela arquiteta paraguaia Violeta Pérez no evento de lançamento do livro “Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai”, ilustra o quanto o Brasil tem a aprender com a arquitetura do país vizinho. A obra, que contém textos críticos e uma seleção de 29 obras, foi organizada pela Goma Oficina, coletivo de arquitetos e artistas que desde 2010 trabalha com frentes interdisciplinares com foco no viés crítico e artístico. O livro, em edição bilíngue (português-espanhol), é resultado da aproximação entre arquitetos e fotógrafos brasileiros e paraguaios e revela as virtudes e a criatividade de uma nova geração de arquitetos. O evento de lançamento do livro aconteceu no Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), lozalizado na região central de São Paulo. No encontro, houve uma mesa de discussão composta por Violeta Pérez e os arquitetos brasileiros Angelo Bucci e Pedro Peresin. Os assuntos abordados exprimiam um novo olhar sobre um país, seu território e suas cidades, bem como a importância da responsabilidade social e do uso de materiais sustentáveis, adequados para o contexto latino americano. De acordo com Guido Otero, diretor do IAB, a obra também reforça a importância de promover o intercâmbio entre arquiteturas latino-americanas. Ele comenta: As problemáticas que o Paraguai enfrenta hoje são equivalentes aquelas vividas pelas cidades médias brasileiras. Por esse motivo, é importante olhar para o Paraguai. Os arquitetos desse país, reconhecidos nacional e internacionalmente, encontraram soluções inventivas e adequadas para América Latina. A arquiteta Tânia Knapp, que adquiriu um exemplar do livro, acredita que o evento foi importante para a divulgação de produções latino americanas e serviu para ampliar o conhecimento geral de estudantes e arquitetos. Ela diz que o livro é uma oportunidade de desconstruir os maneirismos que os arquitetos brasileiros carregam de formação e uma maneira de recordar o que já não têm mais, como a cultura dos povos originários e a valorização do vernacular (uso de materiais e recursos do próprio ambiente em que a edificação é construída), que são referências esquecidas hoje em dia. “Além disso, o livro nos fez olhar para as possibilidades de construir para além da industrialização”, diz Tânia.  Por sua vez, o mestre em arquitetura Felipe Rodrigues encara o livro como um passo para a construção de uma escola arquitetônica paraguaia. “Essa publicação tem um valor muito importante porque a arquitetura do Paraguai é algo que existe, mas que está rarefeita”, diz Felipe. “O livro a consolida, fazendo essas ideias navegarem para muito mais longe do que a capacidade das pessoas visitarem o Paraguai e verem por elas mesmas”. A geração de arquitetos paraguaios que compõe o livro mostra que a melhor inovação é aquela que surge a partir do reconhecimento da situação socioeconômica de um país. Esses arquitetos subvertem o status quo, ao negarem as soluções high-tech e os processos industriais. Eles defendem, antes de tudo, uma arquitetura que se importa com a qualidade de vida.